Em Desaparecidos no Alasca, pesquisadores tentam explicar por que mais de 20 mil pessoas desapareceram nos últimos 50 anos

Há uma região no noroeste do Alasca, conhecida como Triângulo do Alasca, em que o número de casos não resolvidos de pessoas desaparecidas é maior do que em qualquer outro lugar no mundo. Nos últimos 50 anos, mais de 20 mil pessoas desapareceram de forma misteriosa. A nova série Desaparecidos no Alasca, que chega à tela do HISTORY no dia 9/10, às 22h, tenta desvendar o que há por trás dos enigmáticos desaparecimentos.

Uma equipe de pesquisadores trabalha em conjunto com peritos e testemunhas locais para analisar os casos de desaparecimentos, reunindo provas, realizando testes, examinando a história da região e explorando os mitos locais. O objetivo é determinar a explicação mais viável e entender o mistério sinistro do Triângulo do Alasca.

Alguns dos desaparecidos se perderam nas paisagens acidentadas, outros, em viagens de avião. E na grande maioria dos casos, os corpos nunca são encontrados. Há quem acredite que a culpa é do terreno áspero e perigoso ou de predadores locais, e há quem aponte para criaturas lendárias, como o Kushtaka ou o monstro do lago Iliamna. Uma terceira corrente acredita numa força sobrenatural chamada de vórtice vil. A história misteriosa e sinistra dos desaparecimentos tem atraído comparações com o Triângulo das Bermudas.

No episódio de estreia, Ladrões de corpos no Alasca, um alpinista desaparece nas proximidades do Monte Hayes, onde os avistamentos de óvnis são frequentes. A equipe de investigadores se arrisca em território alienígena para encontrar respostas sobre seu misterioso desaparecimento. Por meio de testemunhos e a opinião de especialistas, o grupo procura evidências de uma possível abdução extraterrestre no Triângulo do Alasca.